A VIDA COMO ELA É...
Por: Aline F. Santos
(*)
“Eis porque o aborto é
um pecado tão grave. Não somente se mata a vida, mas nos colocamos mais altos
do que Deus; os homens decidem quem deve viver e quem deve morrer.”
(Madre Teresa de
Calcutá)
Hoje falarei
sobre o ABORTO. Um assunto amplo que sempre gerou muita polêmica e discussões
na sociedade mundial. É um assunto que divide opiniões.
A palavra
ABORTO vem do verbo ABORTAR e significa extrair, jogar fora. Não sei se você é
a favor ou contra, mas, colocarei aqui minha opinião e seria melhor ainda se
você concordasse comigo!
Matar uma
pessoa é crime, certo? Abortar é a mesma coisa. A partir do momento em que a
mulher é fecundada, dentro dela começa a surgir uma VIDA. Um feto está em formação. Muitos pensam que
abortar é uma forma de resolver problemas. Mas, não é assim. A mãe que aborta
terá sérias conseqüências no futuro, seja psicológica e/ou físicas. O feto não
é somente é uma massa de células, um pedaço de carne. Aos olhos de Deus, ele já
é um ser humano e podemos ter certeza que Deus já tem um plano de vida para
ele. Assim como ele teve pra você quando foi gerado.
Ao praticar
o aborto, a mãe está matando uma vida que foi gerada por ela mesma. Como dizer que matar alguém é crime e
abortar não? Abortar um feto é um crime infinitamente pior do que matar uma
pessoa adulta. O feto é inocente e não há meios dele se defender, afinal, quem
o protege é a mãe. Se uma mãe tem coragem de matar o próprio filho, sangue do
sangue, como ficam as outras pessoas? O que será dos outros que ela não gostar?
Como que essa pessoa conseguirá viver em paz?
Sobre a
questão do aborto, Madre Teresa de Calcutá também disse:
“Sinto que o maior inimigo de paz hoje em dia é o aborto, porque é uma guerra contra a criança - um assassínio direto à criança inocente - assassínio pela própria mãe. Se nós aceitarmos que uma mãe pode matar o seu próprio filho, como é que se pode dizer que os outros não devem matar?”
“Sinto que o maior inimigo de paz hoje em dia é o aborto, porque é uma guerra contra a criança - um assassínio direto à criança inocente - assassínio pela própria mãe. Se nós aceitarmos que uma mãe pode matar o seu próprio filho, como é que se pode dizer que os outros não devem matar?”
Independentemente
da forma em que a criança foi gerada (estupro, por exemplo) imagino que deve
ser dificílimo aceitá-la numa situação dessas, afinal, ela não foi planejada
para nascer. Mas, existe alguém lá em cima, superior a tudo e a todos que quis
que essa vida viesse ao mundo. Não podemos ser Deus. Só ele tem o poder de dar
a vida e tirá-la. Por que matar a criança? Por que abortar? Ela não tem culpa
de nada, ela não pediu pra nascer.
E você,
caro (a) leitor (a)? O que pensa sobre esse assunto polêmico tão comentado
atualmente na sociedade?
Responda-me
no endereço de e-mail abaixo, se preferir! Aguardo a sua opinião!
Ótimo
feriado!
(*) Aline cursa o 2º
ano de Jornalismo pela Unilago.
HTTP://www.alinefsantos-jornalismo.blogspot.com
E.mail.<aline.fernanda18@bol.com.br>
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